Informativo

JORNAL JAMAPARÁ EM FOCO - A VERDADE DOS FATOS A SERVIÇO DO POVO
Jornal Jamapará em Foco

O Jornal Jamapará em Foco foi fundado no dia 1º de maio de 2009 pelo Jornalista Luciano José Louredo (Douradão).
Douradão, como gosta de ser chamado, tem uma larga experiência em jornalismo, já tendo trabalhado como redator chefe do Jornal Comunicação da Rádio Cultura AM e Repórter da Rádio Juventude FM (ambas em Além Paraíba) passando flashes ao vivo diariamente.

Luciano Douradão já fez a cobertura jornalística de dezenas de acontecimentos importantes em toda a região, nas áreas: criminal, política, cultural, esportiva e social.

Na tragédia de 2012, quando o distrito de Jamapará (Sapucaia) e a cidade de Além Paraíba sofreram diversas consequências inclusive com óbitos, Luciano Douradão fez a cobertura completa de todos os acontecimentos e ainda prestou informações, forneceu fotos e deu entrevistas em emissoras de Televisão (TV Rio Sul, afiliada Globo) e Rádio (Rádio Globo, Rádio Tupi etc), e jornais impressos.

Luciano Douradão cobriu também centenas de acidentes nas Rodovias BR-393, BR-116 e BR-040 e alertou autoridades e órgãos competentes sobre os perigos das mesmas, inclusive do antigo “Trevo da Morte” (Trevo Além Paraíba x Teresópolis).

O apelido “Trevo da Morte” foi utilizado pela primeira vez pelo nosso periódico, com o intuito de chamar a atenção para o grande perigo que o local representava. Hoje em dia, melhorias foram feitas e o local já não representa mais tanto perigo aos motoristas.

Luciano Douradão apresentou também, diversos programas de Rádio, em emissoras de Além Paraíba (Juventude FM e Cultura AM) e no Rio de Janeiro nas emissoras: Rádio Roquete Pinto (FM 94,1), Rádio Imprensa FM, Rádio Comunitária da Rocinha e outras.

Hoje em dia, o Jornal Jamapará em Foco, pertence à empresa Foco Publicidades, e tem como diretora geral a empresária Megg Anne da Costa de Moraes.

Luciano Douradão atua como gerente geral, sendo o responsável pelas áreas Jornalística, Administrativa, Financeira e Comercial.

Ano 2014

O povo precisa e quer saber sempre a verdade. Doa a quem doer.
→ Ainda que estoure uma guerra contra mim, Mesmo assim estarei confiante. Salmo 27:3b
Ano 2014

Luciano José Louredo (Douradão)Tels: Oi (32) 8814-8456 Tim (32) 9129-6166
Todos os créditos – Foco Publicidades - Jornal Jamapará em Foco

Seja bem vindo!!

sábado, 15 de outubro de 2011

·             Encontro interestadual de capoeira acontece neste domingo em Além Paraíba.

O Centro Cultural Nação Mestiça, supervisionado pelos mestres Cicatriz e Tota, e dirigido pelo Prof° Gê, está convidando Mestres, Contra-mestres, professores e toda a comunidade capoeirística e demais interessados para o Encontro Interestadual de Capoeira de Troca de Cordas, que será realizado no domingo, dia 16, a partir de 10 horas no Ginásio Poliesportivo José Dias Ferreira, na Ilha do Lazareto.

Saiba mais sobre a capoeira:

Raízes africanas 
A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas. 
No Brasil 
Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.

A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.

Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.

Três estilos da capoeira 
A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.


                                                        Crédito da imagem: www.paraty.tur.br